Quando um cão ou gato sofre com dores persistentes, fraqueza muscular ou dificuldades para se movimentar, é fundamental contar com recursos que acelerem a recuperação de forma segura. A eletroterapia veterinária é uma dessas ferramentas: ela utiliza correntes elétricas controladas para promover analgesia, facilitação do fortalecimento muscular e reeducação motora, ajudando o paciente a retomar suas atividades com mais conforto e eficiência.
Quando um cão ou gato sofre com dores persistentes, fraqueza muscular ou dificuldades para se movimentar, é fundamental contar com recursos que acelerem a recuperação de forma segura. A eletroterapia veterinária é uma dessas ferramentas: ela utiliza correntes elétricas controladas para promover analgesia, facilitação do fortalecimento muscular e reeducação motora, ajudando o paciente a retomar suas atividades com mais conforto e eficiência.
A eletroterapia consiste na aplicação de correntes elétricas de baixa intensidade através da pele, utilizando eletrodos posicionados estrategicamente sobre músculos ou regiões doloridas.
Ela não é invasiva e, quando aplicada corretamente, não causa dor, sendo bem tolerada pela maioria dos animais.
Quando indico: Em pacientes que perderam massa muscular por inatividade, em casos de paralisia parcial, recuperação pós-cirúrgica e reabilitação neurológica.
Após avaliação clínica e definição dos objetivos do tratamento, posiciono os eletrodos nas áreas específicas, ajusto os parâmetros da corrente e acompanho a reação do animal.
A duração média do TENS é de 20 a 30 minutos, e a frequência das sessões varia de acordo com a condição e resposta do paciente. Já no caso do uso do FES vamos contar por contrações musculares a depender de cada caso.
Muitos animais chegam a relaxar durante a aplicação, mostrando que a técnica é confortável e bem aceita.
Após avaliação clínica e definição dos objetivos do tratamento, posiciono os eletrodos nas áreas específicas, ajusto os parâmetros da corrente e acompanho a reação do animal.
A duração média do TENS é de 20 a 30 minutos, e a frequência das sessões varia de acordo com a condição e resposta do paciente. Já no caso do uso do FES vamos contar por contrações musculares a depender de cada caso.
Muitos animais chegam a relaxar durante a aplicação, mostrando que a técnica é confortável e bem aceita.
A eletroterapia raramente é usada isoladamente. Costumo associá-la a cinesioterapia, hidroterapia, magnetoterapia, laserterapia e terapias manuais, pois a combinação potencializa os resultados e acelera a reabilitação.
Andressa Gomes
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Varia conforme o caso, mas em média são 2 a 3 sessões por semana, com cerca de 1 hora cada.
Não. A fisioterapia também previne lesões, trata dores crônicas, melhora o condicionamento e auxilia no controle de peso.
Sim. Parte do tratamento inclui orientações seguras para o tutor aplicar no dia a dia.
Sim, desde que conduzido por fisiatra veterinário capacitado e com avaliação prévia.
Procure um ortopedista ou neurologista e, em seguida, agende com nosso fisiatra para iniciar o tratamento o quanto antes.
A eletroterapia é uma aliada valiosa no tratamento de dores, na prevenção de hipotrofias e na recuperação da função muscular.
Quando utilizada de forma personalizada e integrada a outras modalidades de fisioterapia veterinária, ela contribui para que cães e gatos voltem a se movimentar com mais confiança e qualidade de vida.
Agende uma avaliação e descubra como a eletroterapia pode ajudar seu pet a se recuperar e viver com mais conforto.